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Talib Kweli, Muito Além do Hip Hop

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Talib Kweli é muito mais do que um artista de hip hop. Nascido há 41 anos em Brooklyn, Estados Unidos da América, Talib não é o típico representante do movimento rebelde da zona. Antes pelo contrário, filho de boas famílias, cedo se interessou pela cultura de intervenção social pelo prisma da poesia. O seu forte são as palavras.

 

Inteligente, poético, com dotes de MC, conciso nas suas letras, Kweli é um caso raro de aceitação unânime do lado dos críticos e com vendas expressivas a uma legião de fãs, além do enorme respeito que artistas ligados ao movimento hip hop, e não só, têm por ele.

 

Não faltam exemplos de admiração por Talib Kweli, o mais forte vem de Jay-Z que imortalizou fortes elogios no seu icónico Black Album numa rima que diz algo como: se o talento fosse vendível então Jay-Z teria o lirismo de Talib.

A marca musical e literária de Talib Kweli vem de longe e está exposta em todo o seu esplendor no lendário disco de 1998 Black Star editado com Mos Def. Uma obra que influenciou várias gerações e ainda hoje uma referência no hip hop.

 

O seu caminho passou por fundar editoras, lançar discos a solo ou com colaborações, somando mais de uma dezena de edições.

O destaque vai para o disco de 2007, Eardrum, onde juntou nomes de quadrantes tão díspares como Kanye West, Norah Jones ou will.i.am, além dos habituais companheiros de percurso Hi-Tek ou Madlib.

O seu mais recente tema está em destaque no Spotify, é uma colaboração com Be Why e chama-se «International Wave»:

 

 

Uma boa amostra do talento de Talib Kweli que poderemos apreciar no festival Vodafone Mexefest no final de Novembro em Lisboa, mais precisamente a 25 e 26 do penúltimo mês do ano, que decorrerá, como habitualmente, em vários espaços da baixa lisboeta.