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Sabe o que vem aí

Super Bock em Stock: De Marr a Jungle

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O Super Bock em Stock voltou a animar o eixo pedonal entre a rotunda do Marquês de Pombal e a Praça do Rossio em Lisboa em duas noites típicas de outono. 

O público voltou a esgotar os bilhetes do festival mostrando, assim, uma assimilação total do conceito deste evento. Muitos concertos espalhados por várias salas a convidarem uma maior mobilidade de quem quer ver e descobrir novos nomes da música portuguesa e internacional.

Curioso acompanhar a evolução do festival e da cidade nos últimos anos. A juntar ao autocarro da carris com os Funkamente a tocarem no interior enquanto transportam público, voltou a haver veículos, desta feita com a ajuda da Taxify, a facilitar a ligação entre as salas do Cinema São Jorge e Teatro Tivoli com o Coliseu, por exemplo. Mas este ano já foi possível ver que o público também optou pelo aluguer de scooters, bicicletas ou trotinetes. Impossível há uns anos, uma realidade em 2018.

Muita e boa música animou as plateias do Cinema São Jorge, Teatro Tivoli BBVA, Capitólio, Maxime, Estação Ferroviária do Rossio, Garagem EPAL, Casa do Alentejo, Palácio da Independência e Coliseu dos Recreios. 

Claro que o destaque vai para o excelente concerto de Johnny Marr no Coliseu, onde recuperou clássicos dos Smiths e Electronic, um show carregado de emoção. 

Também na mesma sala, na segunda noite, os Jungle reuniram todos os festivaleiros depois de várias horas de chuva entre os vários espaços do Super Bock em Stock para um enorme concerto. Mesmo traídos por alguns problemas técnicos, os Jungle assinaram um dos concertos que será falado no futuro. 

Uma galeria de várias imagens das duas noites do festival: